
Ministrava eu uma aula na sala experimental de física. Fazíamos aplicações da talha exponencial. Como eu cobraria um relatório sobre o experimento, pedi que alguém do grupo presente se manifestasse para registrar os dados práticos que estávamos obtendo.
Ficou um estudante olhando para o outro, então, apontando para uma aluna, decidi:
- Você anota os dados!
Ela, ferindo o português, disse-me:
- É pra mim anotar!?
Tentei, discretamente, corrigi-la:
- Não!... para eu anotar!
Inocentemente, sem conseguir interpretar a minha mensagem de correção, estendeu-me euforicamente o caderno e disse:
- Pois, então, anota aqui professor!
Ficou um estudante olhando para o outro, então, apontando para uma aluna, decidi:
- Você anota os dados!
Ela, ferindo o português, disse-me:
- É pra mim anotar!?
Tentei, discretamente, corrigi-la:
- Não!... para eu anotar!
Inocentemente, sem conseguir interpretar a minha mensagem de correção, estendeu-me euforicamente o caderno e disse:
- Pois, então, anota aqui professor!
Um comentário:
Rsrs. Em tempos de ortografia recém reformada, é uma graça que algumas pessoas consigam se comunicar. Rsrs. Tadinha da aluna. Dá uma chance pra ela... O contador tá legal. Começou a trabalhar ontem. Ele fica piscando pq é metido mesmo. Um abração meu caro! Seus textos são o máximo!
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