
Na cidade de Zé Doca (MA), são poucas as opções de lazer, portanto, invariavelmente, as pessoas são sempre encontradas em barzinhos ou restaurantes.
Pois bem, certo dia, deparei-me, no meio de uma pracinha, sentado ao relento em torno de uma mesinha de plástico, com um jovem casal. Depois de empurrar traquéia adentro vários copos de cervejas, a mulher ponderou:
- Vamos, Fulano, pois preciso tomar as injeções!
Como eu já tenho mais de quarenta anos na janela da malandragem (só filmando e arquivando casos na memória principal do cérebro), entendi a mensagem e, então, sem ninguém me perguntar nada, argüir, em cascata vocabular:
- Rapaz, esse negócio de aplicar injeção para evitar gravidez provoca um desequilíbrio hormonal na mulher e pode desencadear em doenças.
Sinceramente, não sei se há algum sustentáculo científico no que eu falei, no entanto, a mulher, meio encabulada, disse:
- Já estou me sentindo gorda... meio inchada.
Com a afirmação dela, senti-me à vontade para dizer:
- Rapaz, nos postos de saúde há distribuição gratuita de camisinhas. Por que você não as usa? Afinal, elas são grandes demais e, portanto, ficam folgadas no seu pênis?
Diplomaticamente, ele rebateu:
- Muito pelo contrário, Sô (derivação regressiva de senhor, muito usado na região), eu ainda não encontrei foi camisinha que coubesse ele!!
A mulher fez os olhos dançarem transversalmente na direção do homem, apertou os lábios, fez um trejeito de desdém e reprovação no rosto e, imediatamente, desabou em gargalhadas. Eu não sei de nada, não quero saber e não perguntei a quem sabe!
Pois bem, certo dia, deparei-me, no meio de uma pracinha, sentado ao relento em torno de uma mesinha de plástico, com um jovem casal. Depois de empurrar traquéia adentro vários copos de cervejas, a mulher ponderou:
- Vamos, Fulano, pois preciso tomar as injeções!
Como eu já tenho mais de quarenta anos na janela da malandragem (só filmando e arquivando casos na memória principal do cérebro), entendi a mensagem e, então, sem ninguém me perguntar nada, argüir, em cascata vocabular:
- Rapaz, esse negócio de aplicar injeção para evitar gravidez provoca um desequilíbrio hormonal na mulher e pode desencadear em doenças.
Sinceramente, não sei se há algum sustentáculo científico no que eu falei, no entanto, a mulher, meio encabulada, disse:
- Já estou me sentindo gorda... meio inchada.
Com a afirmação dela, senti-me à vontade para dizer:
- Rapaz, nos postos de saúde há distribuição gratuita de camisinhas. Por que você não as usa? Afinal, elas são grandes demais e, portanto, ficam folgadas no seu pênis?
Diplomaticamente, ele rebateu:
- Muito pelo contrário, Sô (derivação regressiva de senhor, muito usado na região), eu ainda não encontrei foi camisinha que coubesse ele!!
A mulher fez os olhos dançarem transversalmente na direção do homem, apertou os lábios, fez um trejeito de desdém e reprovação no rosto e, imediatamente, desabou em gargalhadas. Eu não sei de nada, não quero saber e não perguntei a quem sabe!
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