
Na sala dos professores do Instituto Federal do Maranhão, campus Zé Doca, iniciou-se um debate étnico-racial e cultural entre os docentes.
O professor Péricles Nunes açoitava frases pomposas sobre a mesa na narração da história de sua família. Orgulhosamente, dizia que os seus antepassados foram donos de escravos. Segundo ele, são fatos comprovadamente registrados em cartório e reconhecidos por historiadores maranhenses. Fiquei só ouvindo.
No epílogo do debate, ele arrematou:
- Na verdade, o negro discrimina o próprio negro!
Naquele momento, eu, diametralmente, entrei na contenda:
- Eu não gosto de negro...
Péricles, com uma postura triunfante, olhou de soslaio para todos os participantes como se estivesse dizendo: “vocês estão vendo, a minha tese está certa!”
Todos ficaram a fixar-me, então eu conclui com esta expletiva:
- Eu gosto é de negra
O professor Péricles Nunes açoitava frases pomposas sobre a mesa na narração da história de sua família. Orgulhosamente, dizia que os seus antepassados foram donos de escravos. Segundo ele, são fatos comprovadamente registrados em cartório e reconhecidos por historiadores maranhenses. Fiquei só ouvindo.
No epílogo do debate, ele arrematou:
- Na verdade, o negro discrimina o próprio negro!
Naquele momento, eu, diametralmente, entrei na contenda:
- Eu não gosto de negro...
Péricles, com uma postura triunfante, olhou de soslaio para todos os participantes como se estivesse dizendo: “vocês estão vendo, a minha tese está certa!”
Todos ficaram a fixar-me, então eu conclui com esta expletiva:
- Eu gosto é de negra
2 comentários:
Tive o prazer de conhecer teu blogue por meio do prof. jair feitosa. Uma grata surpresa por sinal, pois tuas crônicas me fazem ir do riso à emoção e vice-versa... Eu tb adoro negras, os negros que fiquem pra lá!
Amigo Antonio José, eu também não gosto de Negros...mas de uma negrinha ???? Vixe !!!
Rsrsrs. saudades de você cara, quando vier a Floriano, entre em contato comigo ! abração
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