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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

vida de professor



Eu estava num barzinho saboreando frases de bêbados e, paralelamente, gastando os últimos dias de férias que me restavam naquele ano quando, com a cara inchada e parecida com uma bola de sopro, chegou um bêbado louco pra “quebrar uma” (gíria local dos esportistas do copo quando vão tomar uma dose de cachaça), mas estava desprovido economicamente, isto é, duro, liso, quebrado, etc.
Para participar do papo etílico que se arrastava de mesa em mesa, começou a contar uma estória ou história (sei lá) que, certa feita, alguém o tinha empurrado de cima de um caminhão em movimento. Meio curioso com a estória (história), um colega nosso perguntou-lhe, referindo-se à sua estrutura óssea:
- Não quebrou nada?
E o bêbado, achando que uma dose de cachaça estava sendo oferecida, retrucou:
- Só se você pagar uma pra mim!

5 comentários:

Umbelina disse...

Essa é boa cara.
Sempre sai dessas nas reuniões etílicas?
Hehehe...
Abraços

Luiz Neves de Castro disse...

Ótimas crônicas José Antônio, seus textos fazem lembrar uma máxima de outro José, o Saramago:"Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara." Parabéns! Um abraço da Bahia!

Blogadinha disse...

José, bem diz o povo: "loucura é querer aquilo que não pode haver". Pelos vistos, o louco não estava tão bêbedo assim... eh eh eh

Obrigado pela partilha das crónicas! Adorei a fluidez e o sentido de humor da narrativa.

Voltarei para novas leituras.

Até lá!

Blogadinha disse...

José, bem diz o povo:"loucura é querer o que não pode haver". Pelos vistos, o louco não estava tão bêbedo assim... eh eh eh

Obrigado pela partilha das crónicas. Adorei a fluidez e o sentido de humor na narrativa.

Voltarei para novas leituras.

Até lá!

Antonio José Rodrigues disse...

Concordo, Blogadinha, e, portanto, autentico a frase popular supracitada. O seu retorno me convencerá do meu esforço para acertar. Beijos.

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