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quinta-feira, 19 de maio de 2011

vida de professor

O itinerário Zé Doca (MA) a Floriano (PI) é longo. Fazer essa trajetória de ônibus, como esporadicamente faço, é uma odisséia.

Certa feita, o ônibus estava lotado: poltronas e corredor. Numa cidadezinha do Maranhão, entrou uma senhora e uma jovem muda. Cedi a minha poltrona para uma delas, mas a senhora recusou-se a aceitar e desconversou que logo iriam descer. A maioria gritante das mulheres, principalmente as mais jovens, não aceita uma oferta masculina de uma poltrona em ônibus e, da forma como olham pra gente, acham que é um galanteio e não um gesto de elegância e educação. Recusam a oferta e deixam-nos completamente constrangidos. Para as mulheres, penso, parece que não há mais homem capaz de cometer uma atitude nobre e, portanto, elas traduzem tudo como um jogo de interesse e assédio.

Pois bem, determinado momento da viagem, alguém, lá no fundo do ônibus, gritou:
- Aqui tá pegando fogo!!!

Foi uma gritaria geral. A onda humana avançou rumo à portinhola de saída do ônibus. Fiquei sem poder sair da poltrona e, portanto, já estava me preparando para sacar a janela de emergência. O condutor parou o ônibus e o cobrador, angustiado, tentava avançar contra a pressão humana. De repente, vem a correção:

-Eu disse que estava pegando fogo porque o ar condicionado não está funcionando!

Alguns passageiros, no calor sanguíneo do momento, começaram, como dizem os advogados, com injúrias e difamações contra o senhor que provocara a celeuma. Ele, coitado, estava com crianças e não agiu de má fé, apenas não soube se expressar. A tensão interna de todo mundo foi baixando e, depois de alguns segundos de estabilização emocional, começou uma algazarra generalizada. Algazarra de alívio. A senhora que não aceitou a poltrona estava resmungando em função das dores que sentia depois dos empurrões. Para endossar o fio humorístico, uma passageira falou que, na hora do desespero, até a jovem muda gritou: “Valei-me, meu Deus!” Essa cena eu não afirmo: não vi e nem ouvi.
O restante da viagem foi só descontração dos passageiros.

54 comentários:

Aleatoriamente disse...

Antonio meu querido,
as vezes ela ficou constrangida de lhe tirar do seu acento.
Mas que emoção a tua viagem se tornou hem amigo?
Parece que até se deu um milagre!
Antonio.
As pessoas estão deixando de crer no cavalheirismo e na boa educação, infelizmente é isso que tenho observado.
Mas não desista da sua meu amigo.
As pessoas só dão o que possuem.
Belo texto.
Beijinho querido.

Fernanda

LUCIENE RROQUES disse...

É muito bom ler tuas histórias Antonio.

....Para as mulheres, penso, parece que não há mais homem capaz de cometer uma atitude nobre e, portanto, elas traduzem tudo como um jogo de interesse e assédio....

Algumas mulheres sim, este comportamento se deve por ser algo raro a elas. Quando Vemos um animal diferente dos demais, temos cautela ao aproximar, afinal pode ser perigoso o contato, se derepente você não conhece a espécie em questão, deve sempre tomar cuidado, para assim, não ser atacado. Muitas mulheres não distinguem as situações.
Esta semana presenciei algo que jamais havia presenciado.
Um homem caminhava na calçada a que nós ( eu mais algumas pessoas estavamos nos despedindo) encontrava. O homem fez um gesto que não sabia eu, ser possível um homem fazer, pois nunca havia visto nada igual. Ele tinha espaço de sobra e passava tranquilamente por todos nos, ignorando por completo a nossa presença se ele quisesse, mas ele GENTILMENTE, DISSE: COM LICENÇA!.. PASSOU RAPIDAMENTE, NEM MESMO OLHOU PARA TRÁS. ERA PURA EDUCAÇÃO E GENTILEZA MASCULINA. ( Deixo claro, havia homens e mulheres na aglomeração de despedida ali na calçada. Jamais esquecerei a cena.
QUANDO estamos habituados a passar a mão nas costas de um gato, sempre fazemos isto, mas se o gato por ventura for um pouco diferente do gato que costumamos dar a mão, ( um gato do mato, por exemplo) nem chegamos perto, ficamos de longe, analisando o perigo a que estamos expostos.
Instinto animal, só isso, em algumas pessoas(mulheres).

Um grande abraço professor!

Ira Buscacio disse...

Antonio, meu querido, eu juro que aceito com bons olhos o acento cedido por homens educados rsrs. Algumas mulheres perderam a noção de gentileza, talvez por não encontrarem com tanta frequência.
Qnt a confusão, o que pode a linguagem fazer, não? Uma comunicação errada e o caos se faz.
Bj grande e bom fds

Lúcia Bezerra de Paiva disse...

Eu me lembrei, agora, de um baião:"No Ceará, não tem disso não"...é que aqui, depois da lei dos idosos,até que a moçada está se tornano "educada"...cede mais os lugares.Poderá,ser assédio rs
Como já passei dos 65, há sempre quem me ofereça acento, até porque, entro pela frente. Meu trajeto,à escola, é de meia hora...
Certa vez, Antônio, a um grito "incêndio", perdi metade de um filme. Quando já estava fora do cinema, soube que era "rebate falso"...Era 1958,o filme, foi Guerra e Paz.O cinema, era o Cine São Luiz, na pç. do Ferreira, no centro de Fortaleza, recém-inaugurado. Já não funciona, como cinema, hoje é um Centro Cultural do SESC...Minha memória registrou e hoje eu conto aqui.

Estava anciosa, pelos seus "causos", que são adoráveis.
Beijos

Anne Lieri disse...

KKK...Que história mais divertida que postou!Para ver o poder das palavras!Uma simples frase pode ter muitas interpretações!Adorei ler seu excelente texto!Bjs,

Aleatoriamente disse...

Antonio, vim te dixar um beijo.
Tenha um belo sábado moço.

Beijinho
Fernanda

Iram M. disse...

Ai Antonio, ri demais.
Essa confusão de mal entendido, as vezes é muito divertido.
Olha, sou igual a Ira. Aceito sem maldade quando um homem me oferece a poltrona ou me faz qualquer outra gentileza. E ainda faço questão de dizer que ele é muito gentil, que já não existem mais homens como ele e que blablabla... aí, o feitiço vira contra o feiticeiro. kkkkkkkk fica parecendo que eu estou passando uma cantada nele, de tanto que eu exagero nos elogios.
Amei seu itinerário.

Beijo no coração

Majoli disse...

Uia, adorei por demais sua história Antonio.
Até a muda falou, isso foi um milagre!

Quanto ao cavalheirismo seu, ah quem me dera se existissem outros como você, pois várias vezes viajei em pé e tinha muitos homens sentados, uns que fecham os olhos para fingir que estão dormindo, outros que te encaram com aquele olhar que diz: "eu estou sentado, você vá em pé"...rsrs.

Beijos meu querido amigo.
Bom final de semana.

Analuz disse...

Há mulheres que encaram uma gentileza masculina como um ato machista...

vai entender as mulheres!

Beijinho de fim de semana, Antônio!

p.s: Adoro teus sorrisos deixados no Luz! Muito grata!

Jão disse...

Olha o que uma frase mal colocada pode fazer. É impressionante.


Quanto ao lugar, aqui quando as senhoras chegam, nem precisamos ceder o lugar, elas mesmo pedem rs.


Abraços Antonio.

Déya disse...

kkkk fizeram a muda falar no susto..

beijo meu...

Aleatoriamente disse...

Antonio meu amigo, sem palavras pelo teu lindo comentário no meu cantinho.
Tomamos Felipe e eu como um lindo conselho e sábio também.
Ele agradeceu por lá, e eu vim agradecer por aqui.
Me senti abraçada por tuas palavras
de certa forma.

Obrigada.
Beijinho.
Fernanda

valeria soares disse...

Minha vó dizia que não devíamos sentar em poltronas ainda quentes, onde um homem tivesse se sentado. Poderíamos ficar grávidas! Lembrei-me dela. Quem sabe suas companheiras de viagem conhecem essa história? rsrs

Antonio José Rodrigues disse...

FERNANDA, são viagens que chegam a durar até 16 horas onde a gente pode observar, minunciosamente, o comportamento das pessoas... São tantas histórias... Veja bem: quando me casei cheguei na porta da casa deminha mãe e, então, abri a porta do carro para a minha ex-esposa sair. Ela, minha mãe, observou tudo e, depois, reservadamente, disse-me: "Não invente moda: faça para sua compangheira aquilo que vc continuará fazendo sem se cansar". Continuo, ainda hoje, fazendo as coisas que não me cansam, mas me orgulham. Beijos


LUCIENE, concordo,afinal um gesto não define um caráter. No entanto, geralmente, os olhos expressam o que a cabeça pensa. Como esse homem de sua história, ainda existem muitos. Vamos acreditar q ainda é possível mudar a sociedade. Obrigado. Beijos


IRACEMA, poetisa carioca, fico feliz em saber de sua atitude diante do exposto, pois é um belo exemplo para eu não desistir. Como diz um detrminado refrigerante: "Os bons são maioria." Acreditemos, portanto. Obrigado. Beijos


LÚCIA, pelo jeito, há anos que a comunicação truncada vem provocando pânico. Contar é engraçado, mas acordar atordoado num ônibus com pessoas desesperadas, não é fácil. Obrigado. Beijos


ANNE, no momento, vc nem imagina a dantesca cena. Vc simplesmente quer correr porque os outros estão tentando, também, escapar. Obrigado. Beijos


IRAM, o seu contra-texto realmente ficou divertido. Obrigado. Beijos


MAJOLI, não sei se a muda falou, mas, também, num momento apocaliptico daquele, não duvido. Pois bem, já vi neguinho "dormindo" ou olhando "distraído" pela janela para não ceder a poltrona. Obrigado. Beijos


ANA, só as mais contemporâneas podem agir assim, mas, na verdade, devem pensar como uma professora de sociologia que tive na UFPB,pois chegou a dirigir congrssos feministas, em todo o mundo, contendo até cinco mil mulheres e, por incrível que pareça, nos disse:"Quando eu olhava os auditórios cheios de mulheres, batia-me um grande vazio. Hoje, adoro meu lar e meus filhos e deixei de ser ativista." Obrigado. Beijos


JÃO, gostaria de morar numa cidade assim. Uma frase pode causar estragos como, por exemplo, na inauguração do Albertão, em teresina (PI),onde várias pessoas foram pisoteadas porque alguém gritou que o estádio estava desabando. Abraços


DÉYA, não sei se ela falou, no entanto eu fiquei, no momento, sem palavras. Só pensava em fugir. Obrigado. Beijos

Parole disse...

Depois de ditas, nem Deus para saber o que será da palavra... rsrsrs e aja confusão!!!Ainda bem que foi apenas um grande susto.

Hoje no dia do abraço, um abraço bem apertado e um beijo em seu coração.

Ps: Apenas para constar, aceitaria feliz o seu banco para me sentar.

Aleatoriamente disse...

Bom dia Antonio.
Passando para lhe deixar um beijo.
Com carinho.

Fernanda

Tempestade disse...

"valei-me Deus" que confusão..kkkk

O pior disso é que estamos desacostumados à gentilezas.Por desconfiança as pessoas não ajudam e nao aceitam serem ajudadas.

Triste, mas real.

uma otima semana

bjokas

Nina

http://devaneios-fragmentos.blogspot.com/

Elaine Castro. disse...

Ei Antônio,

Quanto tempo heim, são os percalços da vida, não é mesmo. Saudades de você.
Adorei o texto, tem humor e aquele toque que é só seu.

Beijos.

LUCIENE RROQUES disse...

Que bom Antônio, tenho certeza que ficará ótimo o seu livro, pois você escreve bem. Como já deve ter notado a minha vida é pesquisar, observar, e novamente, observar e pesquisar, e reformular e tentar entender, para assim explicar. Em um ensaio, recheiado de memórias Há dois anos, trato o assunto aprender, educar, e compreender, mas ainda falta. Se vc achar que há algo lá no texto que lhe sirva, fique a vontade para usar em seu livro. Apenas cite a fonte.
Já que me contou sobre o livro, depois quero lhe contar uma experiência com matemática,( se eu tiver tempo escreverei um post, para vc poder ler, pois é grande a saga) que eu tive na quinta série. Eu estava aqui lendo a saga do casamento ainda agora, quando esteve lá no meu blog; eu estava no seu.
Não me deixe esquecer, depois com mais tempo lhe conto a experiência da quinta série; a partir dai, Medo de Matemática vai ganha mais um sentindo.
O que hoje vejo como engraçado,
na época era pavor.
Pois meu grande mestre Singo Matsurah, chegou na sala de aula querendo que eu somasse o alfabeto.
Brutalmente ele invadia toda a castidade da matéria de minha mestra Edivalda. Foi uma loucura.
Um abraço.

Ira Buscacio disse...

Olá, meu amigo querido!
Passando pra te desejar mta paz nessa nova semana
Bjão, Antonio

Anne Lieri disse...

Antonio,imagino o instinto de correr nesses casos!...rss...passei para te visitar e desejar uma boa semana!bjs,

Amapola disse...

Boa tarde, querido amigo Antonio José.

Nossa... Até me senti viajando com vocês.
Sobre mulheres recusarem o lugar oferecido, conheço algumas que recusam, porque dizem se sentirem velhas, com essa oferta. Por vaidade, preferem o desconforto!

Vai entender...

Um grande abraço.
Fique com Deus.

Aleatoriamente disse...

Olá meu amigo querido, passando para um beijo.

Com carinho.
Fernanda

Elcio Tuiribepi disse...

Olá amigo

Isso é mais comum do que possamos imaginar, certa vez quis dar carona para uma senhora, diga-se de passagm qu nem ra totalmente desconhecida, mora na mesma rua onde me escondo...rs...ela da primeira vez não quis, da segunda até aceitou, mas fez questão de sentar no banco de trás...
Mas é isso...bom que depois do falso fogo a viagem se tornou mais animada...rs
Um abraço na alma

ONG ALERTA disse...

Isso poderia causar um desatre...
Beijo Lisette.

Mariz disse...

Adorei sua história, o bom foi a descontração e a viagem se tornar mais animada.

Cavalheirismo, acho q não existe mais...e qdo há é de se espantar, pelo menos por aqui.

Gostei do teu blog.

beijos de bom dia prá vc...Mariz

Ira Buscacio disse...

Passando pra te deixar um beijo, amigo querido!

Aleatoriamente disse...

Bom dia Antonio!
Vim te deixar um beijinho.
Com carinho.

Fernanda

Antonio José Rodrigues disse...

PAROLE, dizem que a boca grande anda paralela com o cérebro pequeno. Primeiro pensar, depois falar. Fico feliz em saber que vc não me deixaria constrangido. Beijos


FERNANDA, obrigado pelo carinho de sempre. Beijos


NINA, obrigado. Assino em baixo. Beijos


ELAINE, obrigado. Estouu ciente da história do seu PC. Melhoras pra ele (rsrsrs). Beijos


LUCIENE, obrigado por disponibilizar o seu texto. Pretendo recorrer a vc: o assunto é instigante. Como o seu professor, infelizmente, temos milhares. Geralmente, o pessoal da área de exata se sente acima do bem e do mal. Beijos


IRA, sem palavras para lhe agradecer. Beijos


ANNE, a gente é, mesmo involuntariamente, influenciado pelo boato. A gente às vezes nem entende a frase, mas quer escapar. Beijos


AMAPOLA, faz sentido o que vc diz: algumas vezes entendi assim. Beijos


ELCIO, aconteceu com a sua vizinha, imagine com uma desconhecida. É difícil entender as mulheres. Abraços


LISETTE, ótica perfeita. Beijos


MARIZ, obrigado pela visita. Não sei qual a sua cidade, mas, no geral, o comportamento é o mesmo. Beijos


IRA, beijos.


FERNANDA, beijos.

Antonio José Rodrigues disse...

A MINHA CONTA SÓ ESTÁ ACEITANDO PUBLICAÇÕES DE COMENTÁRIOS NA JANELA POP-UP. POR FAVOR, ABRA NO SEU BLOG ESTA JANELA. Configurações/comentários/janela pop-up. OBRIGADO

Ira Buscacio disse...

Antônio querido, bj pra ti!
Obrigada pelas boas visitas

Anne Lieri disse...

Antonio,passando para dizer que morri de rir com seu comentario do grilo em meu blog!...rss...Aproveitei para reler seu texto,sempre adoro!Bjs,

***Parole*** disse...

Só passei para dizer oi e te deixar um beijo.

José María Souza Costa disse...

Antonio,
A vida de Professor, é um DESAFIAR constante
Abraços

Malu disse...

José, que emocionante e divertida essa história...
Vida de professor é assim - cheia de aventuras e fatos que valem sempre a pena descrever.
Grande abraço e obrigada pela sua visita!!!

LUCIENE RROQUES disse...

Grata por tuas palavras professor. Que absurdo não é mesmo, arma dentro de um campus, meu Deus, qual era a intenção? Boa não seria acredito, ou carregaria livros e não armas. Triste saber disto.
As bases familiares devem ter mais respaudo da política de nosso país, ou familias formarão "guerrilheiros", e não cidadãos de bem. Agora já está assim; como estará daqui trinta anos? triste mesmo ver isso.
Um abraço!

Dayse Sene disse...

Que viagem em meu querido?
Veja bem, o que é não saber expressar, mesmo que inocentemente...desespero de um lado, pena , dó do outro lado, principalmente quando não é intencional.
Mas ainda bem, que depois o pessoal se acalmou e tudo correu bem.
Sabe que acredito até que a muda tenha gritado?
Pois muitas vezes o susto nos faz agir de tal forma, que até Deus duvida,(risos).
Saudades de você meu querido.
Tudo bem?
Uma bela noite.
Um grande abraço.

REGGINA MOON disse...

ANTONIO,

ÓTIMO TEXTO....ADOREI!!

GRATA POR SUA VISITA E TE DESEJO UM DOMINGO DE PAZ!!

BEIJOS!!

REGGINA MOON

Ira Buscacio disse...

Antonio querido, mais uma semana pra te desejar mt paz, bj grande!

Vivian disse...

Bom dia,Antonio!!

Mas que aventura tua viagem de ônibus!!! Nossa!!rsrsrsrs
Teve um tempo que eu pegava ônibus todo dia, com uma mochila enorme cheia de livros e cadernos e ficava muito feliz quando um "cavalheiro" me sedia o lugar.Aprecio muito estes gestos nobres!E depois quando tive meu filho sempre tive a sorte de conseguir um lugar para sentar, é muito ruim pegar ônibus carregando bolsa e filho...
E claro bem antes de tudo isso, sedia meu lugar sempre que via um idoso ou uma mulher com filhos pequenos, deve ter funcionado como a lei do retorno...
Beijos!!

Anne Lieri disse...

Antonio,passei para agradecer sua gentil visita e desejar uma ótima semana!Bjs,

Aleatoriamente disse...

Bom dia Antonio.
Passando para um beijinho e saber se estas bem.
Com carinho.
Fernanda

LUCIENE RROQUES disse...

Pior que você tem razão Antonio, é exatamente este o raciocínio. É triste ver que seres humanas são tão incapazes de ser humanos no sentido da palavra.
Um abraço!

A verdade nua disse...

Mas um de seus grandes momentos Antonio, e com certeza é sempre lindo quando você expressa suas aventuras pelo mundo com tanto sentimento.Sou fã das suas histórias.

A verdade nua disse...

Mas um de seus grandes momentos professor Antonio. É sempre bom ler suas histórias escritas com tanto sentimento..

Anônimo disse...

saudades bjos

Antonio José Rodrigues disse...

IRA, muito obrigado. Beijos


ANNE, generosidade sua. Obrigado. Beijos


PAROLE, obrigado. Beijos


JOSÉ MARIA, ofício para quem gosta de gente. Abraços


MALU, a vida de professor é muita dinâmica e renovadora: a cada período a gente conhece novas pessoas. Isso é muito legal. Beijos


LUCIENE, vc tem razão. Precisamos renovar este sistema educacional. Beijos


DAYSE, não consigo mais publicar no seu tipo de janela. Abra-a, por favor, a janela pop-up: Painel/Configurações/comentários/janela pop-up. Agradeço-lhe. Beijos


REGGINA, obrigado. Beijos


VIVIAN, é difícil, mas ainda existem cavalheiros. Beijos


FERNANDA, não consigo publicar comentários no seu tipo de janela. Abra-a, por favor, a janela pop-up: Painel/Configurações/Comentários/Janela pop-up. Agradeço-lhe.Beijos


ADMINISTRADORES DO VERDADE, obrigado pela visita. Abraços

AyméeLucaSs disse...

Ola Antonio,
Fazia tanto tempo que nao vinha aqui para te salutar e ler sobre Vida de professor e Caserma verde... Hoje coloquei em dia a leitura.
Eu gosto demais de Vida de Professor, e tem aquela passagem do senhor que morreu dizendo que so um filho prestou que me fez rir muito. Ao ler eu estava esperando o final para ver o porque que somente um prestou, rsrsrsrs Caramba! Sera mesmo verdade que nao exstia nenhum que prestasse? Este pai nao sabe dar valor a um filho, rsrsrs

Agora aqui sobre os onibus, eu também vivo isto constantemente para ir a Milao porque moro em uma cidade vizinha. Eu tenho de pegar um onibus que esta sempre lotado. As pessoas sao frias e silenciosas, mas se tiver de fazer falta de educaçao sempre tem alguns que fazem, até peidar, kkkkk te juro!
Quanto a oferecer o lugar, ninguém da lugar para ninguém, e eu muitas vezes faço isto.

Em um filme italiano que vi pouco tempo faz tinha uma cena que era dentro de um onibus, e a protagonista estava em pe no onibus, muito triste porque descobriu que estava sendo traida pelo marido por uma mulher bem mais jovem que ela, e entao entrou no onibus quase chorando, quando uma jovem quis dar o lugar para ela... Ela aceitou mas ficou revoltada e pensativa, porque se alguém chega a fazer isto é porque considera a outra velha e precisa de sentar. Ela ao chegar em casa se olhava no espelho pensando triste que estava velha, mas ela nao se achava velha, mas aquela jovem a fez sentir assim. srsrsrs
Talvez seja isto que se passa na cabeça de alguém que recebe a gentileza... Ela negou a voce para provar que ainda tem forças, que nao é velha! hehehehe

O filme mostrou isto, hehehe
Voce sumiu do meu blog, eu realmente sinto a sua falta la.
Beijos

AyméeLucaSs disse...

Ola Antonio,
Que bom que deu sinal la e me avisou... Ja fiz o que voce me pediu, e espero que tudo se acerte em seu blog.
Muitos blogs sumiram de vez com aquela coisa que aconteceu dias atras. Outros perderam blogagens e até alguns comentarios.
O meu nao perdeu nada, porque naqueles dias eu nao havia postado. Mas ja fiz o bakup dele em meu computer e se caso aconteça algo de pior, estou salvando as postagens porque so de pensar em perder o que escrevi ja me apavoro.
Beijos

Ira Buscacio disse...

Antonio querido, bj grande e lindo fds

Idiossincrasia Literária disse...

eita, quanto tempo não passo por aqui!!
adorei o texto, ri de verdade!
passando mais porque peguei o linkin do seu blog para pôr no gadget de recomendações ^^ - pq verdadeiramente recomendo, é muito bom! ;D
vc escreve bem cotidianamente, não é nada extravagante. simplório.

Lúcia Bezerra de Paiva disse...

Senhor Antônio, "EXIJO" o seu retorno, con nova e, sem dúvida, excelente posragem...saudades, de ler você...
Beijo

JAIR FEITOSA disse...

Olá AJRS.

Sempre é bom ler os seus textos. Tenho sempre, após as leituras, a certeza que tenho de escrever de modo diferente do que faço. Minha ironia cáustica é pouco apreciada. Mas aprendi lendo Diógenes que a ironia é o que faz a verdade aparecer.

Aí fico sem saber o que fazer, e enquanto isso vou fazendo as coisas do mesmo jeito. Até quando? Ô aluno difícil!

Um abraço.

Jair Feitosa.

Anônimo disse...

pasei p/ te deseja otima semana! bjos

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